Dia 36. Aqui, o que resta de um lago artificial. Um dos muitos que apareceram hoje em Lisboa.

E parem de chamar “Veneza de Portugal” a esta cidade. A Veneza de Portugal é só uma, e eu nasci lá.

Dia 36. Aqui, o que resta de um lago artificial. Um dos muitos que apareceram hoje em Lisboa.

E parem de chamar “Veneza de Portugal” a esta cidade. A Veneza de Portugal é só uma, e eu nasci lá.

Dia 13.

O #Conan (o O’Brien, do cabelo laranja e da dança dos fios, não o Bárbaro) é, sem dúvidas, um dos meus (muitos) heróis. Pelos mais variados motivos. Por isso, não é de estranhar que tenha esta tshirt (tenho duas: Esta e uma com o logotipo da #TeamCoco, ambas de primeira edição, quando as tshirts eram feitas pela #BustedTees - talvez uma das melhores lojas de tshirts do Mundo).

Só que esta tshirt tem um problema grave quando é usada em Portugal: Não a posso usar com praticamente nada. A foto de baixo mostra porquê. Aliás, não mostra, porque eu censurei. Não vá o Instagram dizer que não posso ter a palavra “C*NA” numa imagem.

A sério, é um perigo púb(l)ico. Andar por aí com uma tshirt a dizer “C*NA” pode suscitar abordagens que vão do mais interessante ao mais agressivo. Fosse eu religioso, e não podia ir a um qualquer templo com esta tshirt. Ou então tenho de ir de casaco fechado. Ou bem aberto. Mas o casaco (ou a fita da mala) acaba por - e isto acontece SEMPRE - tapar o N. Sempre. Alguém que avise o Conan O’Brien disto, por favor. Um dia ainda me dão uma tareia por causa disto.

P.S.: Cabrão do Zahovic. Melhores dias virão.

Dia 13.

O #Conan (o O’Brien, do cabelo laranja e da dança dos fios, não o Bárbaro) é, sem dúvidas, um dos meus (muitos) heróis. Pelos mais variados motivos. Por isso, não é de estranhar que tenha esta tshirt (tenho duas: Esta e uma com o logotipo da #TeamCoco, ambas de primeira edição, quando as tshirts eram feitas pela #BustedTees - talvez uma das melhores lojas de tshirts do Mundo).

Só que esta tshirt tem um problema grave quando é usada em Portugal: Não a posso usar com praticamente nada. A foto de baixo mostra porquê. Aliás, não mostra, porque eu censurei. Não vá o Instagram dizer que não posso ter a palavra “C*NA” numa imagem.

A sério, é um perigo púb(l)ico. Andar por aí com uma tshirt a dizer “C*NA” pode suscitar abordagens que vão do mais interessante ao mais agressivo. Fosse eu religioso, e não podia ir a um qualquer templo com esta tshirt. Ou então tenho de ir de casaco fechado. Ou bem aberto. Mas o casaco (ou a fita da mala) acaba por - e isto acontece SEMPRE - tapar o N. Sempre. Alguém que avise o Conan O’Brien disto, por favor. Um dia ainda me dão uma tareia por causa disto.

P.S.: Cabrão do Zahovic. Melhores dias virão.

Dia 8. A ouvir Songs of Innocence, o novo álbum dos U2. Oferecido. Porque eles podem, porque eles quiseram, e porque a Apple provavelmente também lhes deu algum para isso. E já vi que está a dividir opiniões. Depois digo o que achei.

"Bom Metro." (em Metro Telheiras)

Dia 8. A ouvir Songs of Innocence, o novo álbum dos U2. Oferecido. Porque eles podem, porque eles quiseram, e porque a Apple provavelmente também lhes deu algum para isso. E já vi que está a dividir opiniões. Depois digo o que achei.

"Bom Metro." (em Metro Telheiras)